17 de dez de 2011

Porque precisamos de amor e atenção? "Osho"

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Lembre-se, atenção é uma necessidade psicológica. Isso precisa ser entendido. Por que as pessoas precisam de tanta atenção? Por que, em primeiro lugar, todos querem que os outros prestem atenção neles? Por que todos querem ser especiais? Alguma coisa está faltando dentro deles. Você não sabe quem você é. Você conhece a si próprio apenas através do reconhecimento de outros. Você não tem nenhum acesso direto a si mesmo. Você vai pelos outros.
Se alguém diz que você é bom, você se sente bom; se alguém diz que você não é bom, você se sente muito, muito deprimido – então você não é bom! Se alguém diz que você é bonito, você fica feliz; se alguém diz que você é desagradável, você se torna infeliz. Você não sabe quem você é. Você simplesmente vive a partir de opiniões de outros, você segue colecionando opiniões. Você não tem nenhum reconhecimento – direto, imediato – do seu ser. Eis por que você pega um “eu” emprestado. Daí o seu anseio por de atenção.
E quando as pessoas estão atentas a você, você sente como se estivesse sendo amado, porque quando em amor, nós damos atenção um ao outro.
O amor é atencioso – e todo mundo tem sentido falta de amor. Raríssimas pessoas alcançaram a experiência do amor, porque amor é presença espiritual. Milhões de pessoas vivem sem amor porque milhões de pessoas vivem sem espiritualidade. Esqueceram do amor. Como substituir essa lacuna? O substituto mais fácil é angariar atenção de pessoas. Isso irá enganar você, irá te trapacear, dando a impressão de que eles te amam.
Buda é amor absoluto. Ele amou a existência e a existência o amou. Isso é o samadhi: quando você está em relacionamento “orgásmico” com o “todo”. Buda conheceu o “orgasmo pleno” – o orgasmo que não é do corpo e também não é da mente, mas da totalidade; não parcial. Ele veio a conhecer este êxtase.  Nesse estado, não há necessidade de pedir nenhuma atenção, de ninguém.
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Osho
The Diamond Sutra

11 de dez de 2011

Prosperidade: saiba como atrair essa energia




Você deseja um futuro mais próspero? Com pequenos gestos diários, você pode trazer a energia da prosperidade para a sua vida, de acordo com o Feng Shui, técnica chinesa de harmonização e equilíbrio de ambientes. Ao aplicar o ba-guá, diagrama que relaciona os oito cantos da casa com áreas de interesse na vida, a prosperidade fica no canto superior esquerdo, considerando a porta de entrada de sua casa (veja a ilustração). Acompanhe dicas que você pode seguir na sua residência e atitudes que pode adotar no cotidiano para atrair fartura, riqueza e abundância:


Cores - Púrpura e vermelho são as mais indicadas para atrair a energia da prosperidade e podem estar em esculturas, quadros, tapetes, cortinas, almofadas, móveis ou na parede. Além dessas cores você pode usar o verde, que representa o elemento madeira que é o regente do canto da prosperidade. Outras opções são o amarelo, o dourado e o prateado para lembrar riqueza.


Flores - A beleza e a energia das flores transmitem uma sensação de conforto, de paz e de abundância. Coloque muitas flores em belos arranjos em sua casa. Para a prosperidade as mais indicadas são as vermelhas ou as amarelas, como os girassóis.


Objetos - No canto da prosperidade é importante ter objetos que você realmente admira e trazem a sensação de valor e abundância. Um grande vaso com uma planta robusta e que cresça para cima é um bom símbolo de prosperidade. Esculturas de madeira, obras de arte com detalhes dourados, itens que representem fartura e segurança também são bem-vindos.


Água - Imagens de cachoeira, fontes ou aquários são elementos que mantém o fluxo da energia da prosperidade. A água nutre o elemento madeira da prosperidade e também representa dinheiro. Por isso, um desses itens também pode ser usado para atrair mais riqueza para a sua vida.


Quarto - Mesmo que esse não seja o canto da prosperidade da sua casa, é o ambiente onde passamos a maior parte do tempo. Por isso, decore-o com muito conforto nas almofadas e roupas de cama, com belos quadros ou fotos e lindas cortinas. Deixe esse ambiente realmente cheio de fartura e prosperidade para você.


Mesa de Jantar - Um dos símbolos mais prósperos da casa é a mesa de jantar, que deve ser usada com freqüência e decorada com flores ou frutas. Um espelho bem posicionado para refletir a mesa também duplicará a energia da abundância.


Gratidão - O primeiro passo é sentir gratidão. Agradeça pelo que você é e pelo que você possui. E não se esqueça de agradecer a todas as pessoas, familiares e mentores espirituais que te ajudaram a chegar até o momento presente. Se achar melhor, escreva seus agradecimentos em um caderno especial.


Afirmações - As palavras faladas ou escritas têm muito poder. Por isso, devemos ter bons pensamentos e atitudes positivas. Você pode criar uma lista de desejos com afirmações escritas sempre em tempo presente como se o seu sonho já tivesse se tornado realidade. Por exemplo: “Atraio oportunidades prósperas para minha vida.” “Comprei meu apartamento no bairro que eu adoro!” “Tenho a carreira que amo e ganho muito dinheiro com o meu trabalho”. Faça esse exercício com concentração e escreva a sua lista com objetividade e riqueza de detalhes. Depois, leia em voz alta e visualize os seus desejos todos os dias.


Fonte : Revista Personare - www.personare.com.br 

9 de dez de 2011

Recarregue a energia do seu corpo e mente

 

Seja mais feliz conquistando mais energia positiva no seu cotidiano

Imagine que você tem uma pilha embutida e, como qualquer bateria, ela só funciona quando está carregada. A diferença entre pilhas e gente é que, enquanto a primeira não se move sem energia, as pessoas até sobrevivem - embora mal. Como a chave de tudo está no equilíbrio, saiba o que é preciso para harmonizar os dois pólos (o positivo e o negativo) e ter vitalidade na medida certa:

Conquiste energia positiva

Respirar bem

Como a maioria das pessoas não presta atenção na maneira como inspira e expira o ar, não canaliza a energia de modo a aproveitar seus benefícios integralmente. Fisiologicamente, a respiração tem três momentos: inspiração, expiração e pausa, que quase não é percebida. A primeira estimula o organismo e a segunda expulsa as toxinas. A última etapa, que ocorre no pequeno espaço de tempo entre a expiração e a inspiração, é essencial para nós.

"Essa parada é o que nos mantém vivos". "Quando estamos estressados, nervosos, agitados, a respiração encurta e não conseguimos nos energizar, podendo desenvolver até mesmo uma série de doenças".A boa notícia é que você consegue equilibrar seu fluxo energético com atividades como a ioga, o renascimento e a meditação.

Mexer o corpo
"Mexer o corpo traz benefícios em todos os aspectos", explica Fábio Bernardo, fisiologista do exercício, de São Paulo. "Tonifica os músculos, protege a saúde e, acima de tudo, dá mais disposição e energia." Porém, um dos segredos para usufruir seus benefícios é procurar uma atividade que você realmente goste. Segundo Fábio, a prática tem de ser prazerosa e sem dor. Do contrário, você desiste logo na primeira semana.

Alimentar o cérebro
O cérebro emana ondas de energia positiva para o resto do corpo quando fazemos uma pausa para ler um livro, ir ao cinema, à praia ou simplesmente não fazer nada. O mesmo princípio vale para os pensamentos alto-astral. "Se você é uma pessoa alegre, risonha e bem-humorada, envia para o seu cérebro uma mensagem de felicidade", fala a fonoaudióloga paulista Ana Alvarez, autora do livro "Deu Branco, um Guia para Desenvolver o Potencial de Sua Memória" (editora Record). "Em contrapartida, ele banha você com a mesma energia." Portanto, nada de ficar lembrando o que deu errado ou aconteceu de ruim.

"Sapos"
Você pode intoxicar seu organismo de diversas formas engolindo os famosos sapos. "Quando não expressamos o que vai dentro de nós, estamos bloqueando nossa energia vital", constata Márcia de Lucca, do Centro Integrado de Yoga, Meditação e Ayurveda (Ciyma), de São Paulo. "Deixar de expressar os sentimentos é uma forma de intoxicação. Corpo que aprisiona energia acaba adoecendo."

Fonte : www.mdemulher.com.br - revista bons fluídos

5 de dez de 2011

ÁSANA, RÓTULOS, CONSUMO E ERROS






Entrevista com Pedro Kupfer - 23 de Novembro de 2011


1) Como você chegou ao Yoga?
Quando adolescente, um amigo me apresentou um livro do filósofo Alan Watts que mencionava o Yoga e a meditação sobre o mantra Om. Por algum motivo, esse breve texto me marcou: chamou muito a atenção e resolvi que iria me dedicar a praticar aquilo. Pareceu-me algo nobre, um motivo justo e adequado ao qual dedicar a vida. E lá se vão trinta anos.


2) Como você vive o Yoga atualmente?
Creio que de uma maneira bastante mais madura, tranquila e consciente que no início. Com o tempo, as ilusões e fantasias que a gente se fazia no começo deram lugar a uma visão mais realista e centrada do que é o Yoga, bem como na manera em que ele funciona.

3) Sempre teve esta relação com o Yoga o ela foi mudando ao longo do tempo?
Sinto que passei por várias fases diferentes. No início não compreendia o que tinha em mãos, mas me sentia muito atraído por tudo o que tivesse cheiro de Yoga. Praticava meio que cegamente mas, felizmente, muito bem guiado pelo meu excelente professor Janardhana, do Satyananda Niketan, de Montevidéu.
Depois, veio o entusiasmo com a kundalini, a busca pelas experiências transcendentais. Talvez esta fase tenha sido a mais conturbada, pois pensava que moksha, o objetivo do Yoga, era uma experiência e não uma maneira de ver as coisas. Se a pessoa pratica baseando-se em crenças deste tipo, não vá muito longe e, cedo ou tarde, se frustra, abandona o Yoga e vai buscar outra coisa.
Depois, quando conheci meu guru, Swami Dayananda Saraswati, tive o privilégio de adquirir uma visão mais racional e centrada, mais objetiva, a partir da qual, como reza o ditado, parei de “pedir peras ao ulmeiro”. Essa última fase começou há um pouco mais de uma década e, apartir desse momento, sinto que a prática está avançando a passos largos, pois está alicerçada no estudo e no proceso de autoconhecimento, sem os quais o Yoga não pode funcionar.

4) Cada vez mais gente pratica Yoga, faz formações, etc. Mas isso nem sempre se traduz em condutas compassivas ou em respostas amorosas. Será que o Yoga está se tornando mais um objeto de consumo, entre tantos outros?
Talvez sim. Depende de como enxergarmos a situação. Sempre houve e siempre haverá pessoas que se dediquem ao Yoga como forma de encontrar um significado mais profundo e uma direção mais clara na vida. Quando o Yoga se torna uma moda, surge, paralelamente a esse tipo de buscador espiritual genuíno, outro tipo de praticante que busca o Yoga por outras razões: adquirir boa-forma, administrar o estresse, dormir melhor, produzir mais.
Este segundo tipo de praticante merece todo o respeto e a consideração da parte dos mumukshus, dos buscadores da liberdade porque, como já ensinava o grande mestre Sivananda, não importa qual é o motivo que leva a pessoa a praticar. O que importa, sim, é que, através da prática, ainda quando centrada nos efeitos secundários, é sempre uma porta de entrada para o processo de conhecer a si mesmo e, consequentemente, para a liberdade.

5) Para que praticamos Yoga?
Para retirar o véu que ofusca a nossa visão. Para sermos livres. Para descobrir que a felicidade que estamos buscando é algo que já somos.

6) Qual é o sentido de se contorcer, de ficar de cabeça para baixo ou sobre as mãos?
Esses exercícios, chamados ásanas e mudras, se fazem como meio de reflexão sobre o que somos. O processo do Yoga tem três etapas, chamadas shravanam, mananam e nididhyásana, respectivamente. Shravanam, a primeira, consiste em escutar o ensinamento (“já somos a felicidade que estamos buscando” é um bom resumo).
Logo vem a etapa do questionamiento, das dúvidas e perguntas, que se chama mananam, ou “usar a mente”. Para isso, precisamos estar em presença de um professor que possa responder nossas dúvidas.
Uma vez esclarecidas, passamos ao nididhyásana, o momento da reflexão sobre o que somos, ou sobre o que sabemos sobre o que somos. Para isso, com essa finalidade, existem e se praticam (ou deveriam se praticar) todas as técnicas do Yoga, das posturas à meditação, dos respiratórios aos mantras.

7) Qual é a diferença entre praticar Yoga e viver Yoga?
Isso é muito subjetivo e vai depender de quem responda a pregunta. Se formos ver o Yoga como uma maneira de reflexão que se estende desde os exercícios fisiológicos, energéticos ou meditativos a todos os aspectos do cotidiano, podemos dizer que não existe diferença entre praticar Yoga e viver Yoga. É a mesma coisa.

8) A maior parte das pessoas somente trabalha o Hatha Yoga, ou seja o Yoga postural. Ele é só a ponta do iceberg? Há algo a mais?
Esta é uma pergunta interessante, que mostra de quê maneira a opinão pública está confundida em relação ao Yoga, bem como à maneira em que funciona. Hoje em dia, as pessoas imaginam que Yoga seja ficar de cabeça para baixo ou noutras posições excéntricas. Na pergunta, se equipara o Hatha Yoga com “Yoga Postural” mas, na verdade, o Hatha é muito mais que apenas praticar ásanas.
A única diferença que existe entre o Hatha Yoga e o que já existia antes de seu nascimiento (o que aconteceu uns mil e poucos anos atrás) é que o Hatha usa o corpo como instrumento de reflexão e meditação, de uma maneira que não havia sido explorada anteriormente.
Afora esse detalhe, o resto da tradição é monolítica e uniforme. O que se ensinava antes do Hatha em termos de visão de si mesmo não mudou depois que as práticas físicas, energéticas ou sutis foram integradas à cultura e ao modo de viver que acompanha o Yoga desde sempre.
Quando penso que Yoga é Hatha, e que Hatha é postura, chego à conclusão que Yoga é repetir posturas. Isto é tão equivocado como pensar que, se existe um exercício no Yoga que consiste em contrair os esfíncteres, qualquer pessoa que contraia os esfíncteres estará praticando Yoga. Para poder chamar Yoga ao Yoga, precisamos comprender que ele é uma visão libertadora do ser humano, que inclui maneiras diferentes de colocar essa visão na prática e, principalmente, no cotidiando da pessoa.

9) Se o Hatha tem como objetivo final preparar o corpo para a postura de meditação, por que não irmos diretamente a esse final?
O resultado não é o mesmo. Nesse proceso, em que o corpo tem um grande protagonismo, não se incluem apenas ações e resultados físicos. Há um efeito muito grande destas práticas sobre o corpo sutil, sobre os caminhos da energia vital, bem como nos padrões mentais e crenças que surgen deles.
Assim, as práticas do Hatha Yoga não se limitam a condicionar o físico para que possamos nos sentar com mais conforto para meditar ou para que possamos dormir melhor ou render mais no trabalho. O verdadero objetivo está em dissolver as couraças de tensão sutil, que determinam tanto as limitações do movimento do físico como os padrões mentais automâticos que regulam uma boa parte das nossas vidas.
Nesse sentido, o Yoga trabalha de maneira similar à medicina chinesa, no sentido de “limpar” o corpo de energia de bloqueios, ausências o excessos de força vital que podem, por sua vez, provocar desequilíbrios na saúde e limitações em relação àquilo que acreditamos ser possível fazer na vida.
Noutras palavras, a prática de Hatha Yoga, desde que feita com a atitude correta, pode nos ajudar a mudar a perspectiva que temos de nós mesmos, de nosso papel na ordem das coisas e da maneira que enxergamos a nossa própria vida.

10) O Yoga como caminho propõe muitas mudanças nas vidas nas pessoas que o trilham, nos hábitos, na alimentação, etc. Que sentido tem tornarmo-nos outra pessoa para voltar a ser o que sempre fomos?
Creio que a gente não se torna “outra pessoa”. A pessoa continua sendo a mesma, mas vai fazendo naturalmente alguns ajustes, melhorando ou corrigindo o que for preciso em relação aos próprios hábitos. O caráter, a personalidade e o temperamento não são rígidos e mudam sutilmente, o tempo todo. William James, um filósofo inglés, disse uma vez que a pessoa tem tantas personalidades em si mesma, quantas pessoas ela conhece.
Noutras palavras, os hábitos, crenças, cultura e modo de viver, embora importantes, são sempre relativos, nunca essenciais. A gente não é o que pensa. A gente não é o que faz. A gente não é um conjunto de hábitos. A gente não é um nome ou uma dieta. Se eu permanecer aberto ao novo, questionando o que se me apresenta como correto ou como incorreto, posso escolher com liberdade, posso assumir a responsabilidade por meus atos de manera íntegra e independente.
Agindo desta maneira, sem colocar as decisões que tomo ou a responsabilidade pelos frutos das ações que realizo nas mãos de algum costume ou alguma forma de comportamento padronizada, sou um humano livre. Resumindo, o praticante precisa reconhecer que muito do que pensa ser seu, são apenas crenças da cultura ou a sociedade donde ele nasceu. Se esas crenças forem nocivas, o yogi dá a si mesmo o direito de trocá-las por outras, construtivas ou neutras.

11) Qual é o selo que identifica o Yoga que você pratica?
Atualmente, há uma excessiva preocupação com os rótulos. Precisamos nos “posicionar” para melhor identificar o que hacemos, dada a variedade de sistemas que surgiram nas últimas décadas. Bom, da minha parte, posso dizer que não concordo com o uso que se faz desses rótulos e assim, optei por não usar rótulo algum.
Quando soube que existian vários métodos de Yoga (Tantra, Mantra, Kundalini, etc.), lembro de ter perguntado ao meu professor Janardhana: “qual é o Yoga que nós praticamos?” Ele me respondeu: “Yoga”. Essa resposta é muito boa e clara, e continuo usando-a hoje em dia quando me fazem essa pergunta.
Não existen métodos diferentes, mas etapas distintas dentro de um único caminho, que é o processo de crescimento interior de cada um. Assim, Karma Yoga, Bhakti Yoga, Jñana Yoga, Hatha Yoga, são apenas momentos ou fases dentro desse processo maior que podemos chamar vida de Yoga.
Quando a gente fica em contato com a tradição, aprendendo dentro dela, tem que ter especial cuidado para não modificar nada, não inventar nada, não rotular nada, pois tudo já está pronto, todo está já perfeitamente bem elaborado, tanto para praticar como para ensinar e transmitir. Esse é o motivo pelo qual muita gente que começou a praticar e estudar Yoga antes da presente moda que estamos vivendo, se nega a usar rótulos que identifiquen uma forma de Yoga específica. Somente existe um Yoga.

12) É o mesmo que você ensina?
Sim, claro. A gente não deve ensinar o que não pratica, nem deixar de praticar o que ensina. Namaste! 
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